“Não aguente, (Re)encontre-se!”

Dor inenarrável, faz tremer o corpo…
Corpo que tenta,
de toda forma,
desvencilhar-se do sofrimento inominado

Súplicas…
Medos…
Angústia…
Escuridão lançada sobre si…


Falta o ar, o peito aperta…
o corpo luta para que o eu possa regressar à consciência.

“Não aguente…”

Encontros…
Aceitação…
Escuta…


O brilho sôfrego de uma chama cambaleante,
Ilumina…
Faz ver…
Sentir…
Liberar…
Compreender.


O tempo passa e a consciência abranda o desespero.
Dá sentido àquilo que dilacerava a alma.


Sorrir é possível,
Viver e existir, também.


Fechar-se para se (Re)encontrar,
(Re)encontrar-se para se abrir.
Existência que faz


Ponto final.
Linha nova…
Parágrafo!

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