Sobre a Ansiedade…

Por definição temos que a ansiedade é um sentimento de inquietação e preocupação, geralmente generalizado e sem foco, como uma reação exagerada a uma situação que é apenas subjetivamente vista como ameaçadora. É muitas vezes acompanhada por tensão muscular, inquietação, fadiga e problemas de concentração. Não necessariamente, seja algo negativo, a depender de como a pessoa a experimenta. Desta forma podemos dizer que por vezes tal sentimento pode ser apropriado, entretanto, dependendo da experiência do sujeito, poderá se configurar em uma vida ansiosa, que poderá ser “diagnosticada”.

Neste momento, vou dirigir minha reflexão para aquelas pessoas que experimentam um vida ansiosa, afinal do que se trata?

Mais do que procurar um diagnóstico para “enquadrar” os sintomas que a pessoa apresenta, é fundamental que possamos compreender como o cliente percebe sua vida e sua existência. Durante a psicoterapia temos a possibilidade de perceber como a pessoa experimenta a si mesmo.

Ainda que não seja uma regra, tenho percebido, no cotidiano da prática clínica, que a pessoa que se percebe e sente ansiosa, em geral, está distante de si. E você pode estar perguntando, como distante de si se ela (a pessoa) sente o tempo todo a inquietação, a tensão, a falta de concentração e o cansaço?

Quando me refiro que ela está distante de si, o que quero dizer é que, não raro, pode-se perceber que a pessoa está tentando ser, alcançar, responder àquilo que seu contexto de experiência e as pessoas com quem convive, esperam dela, ou seja, a pessoa afasta-se de quem é, do que deseja, daquilo que pensa por si, e não em resposta ao que os outros esperam ou “determinam”.

Na experiência relacional que se funda na terapia entre cliente e terapeuta, o propósito é favorecer que o cliente possa tomar consciência de si, permitindo ser quem é. Quanto mais afastado de si, maior é a tendência a experimentar a tensão e a ansiedade, a falta de sentido e significado.

Quando favorecida a tomada de consciência e a focalização desta pela relação terapêutica, e de acordo com o tempo de cada cliente, experimenta uma relação sem julgamento, sem expectativa por parte do outro (terapeuta) que acolhe o cliente incondicionalmente, a tendência atualizante, segue o fluxo e a pessoa tem a chance de ser quem é. Esta experiência, por vezes é tão intensa que cliente e terapeuta percebem fisicamente seu efeito, aliás, salutar efeito.

Diante disso, pode-se dizer que, a psicoterapia orientada pela Abordagem Centrada na Pessoa, favorece o desenvolvimento da pessoa para uma vida plena, na qual a tendência atualizante age com vistas ao crescimento.

Invista em você, e no seu desenvolvimento. Faça psicoterapia com psicólogo!

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